CIDADE RECEBE EQUIPAMENTOS QUE REFORÇAM A COLETA SELETIVA

A Fundação Israel Pinheiro (FIP), por meio do Programa Minas sem lixões, em parceria com a Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), contemplou o município de Muriaé com uma empilhadeira elétrica, prensa e balança. Estes equipamentos são necessários no trabalho da triagem do lixo e da coleta seletiva, que já funciona em alguns bairros da cidade e é feita pelo Departamento Municipal de Saneamento Urbano (DEMSUR). A doação deveu-se ao compromisso firmado pelo município de cumprir com algumas proposições, como a implementação deste tipo de coleta, primeiramente, num projeto piloto. A diretora geral do DEMSUR, Maria Aparecida Muruci Monteiro, esteve na solenidade de entrega dos equipamentos doados pela FIP/Feam na Cidade Administrativa de Belo Hozonte e recebeu das mãos do presidente da Feam, José Cláudio Junqueira Ribeiro, a entrega simbólica dos equipamentos para coleta seletiva. SAIBA MAIS….

O bairro João XXIII, sede deste projeto, teve um trabalho de divulgação, incentivo e adaptação da comunidade para que a coleta seletiva fosse realizada pelo DEMSUR e pela Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis de Muriaé (Asmam) naquele local. Hoje, mais seis bairros já participam: Colety, Primavera, Bico Doce, Quinta das Flores, São Gotardo e Alterosa.

A diretora geral do DEMSUR, Maria Aparecida Muruci Monteiro, esteve no dia 24 de março na solenidade de entrega dos equipamentos doados pela FIP/Feam na cidade administrativa de Belo Horizonte e recebeu das mãos do presidente da Feam, José Cláudio Junqueira Ribeiro, a entrega simbólica dos equipamentos para coleta seletiva.

O Projeto, que só em 2007 investiu, em recursos do orçamento, aproximadamente R$ 5 milhões, tem como objetivo principal promover e fomentar a não geração, o reaproveitamento, a reciclagem e a disposição adequada de resíduos sólidos com vistas à melhoria da saúde ambiental. A meta final é que, até 2011, 60% da população seja atendida por sistemas adequados de disposição final de resíduos sólidos urbanos. Há quatro anos, 90% dos municípios mineiros dispunham os resíduos em lixões. “Sabemos que a falta de infra-estrutura de saneamento é um desafio a ser vencido no Brasil e em Minas. Por isso estamos executando e desenvolvendo programas de orientação e parceria com os municípios mineiros para resolução destes problemas no Estado”, explica José Cláudio Junqueira.

Muriaé


 

Comentários

Além da coleta seletiva, a FEAM deveria investigar os inúmeros e assassinos cortes de árvores na cidade!

Isto é um salto para o futuro. Parabens Dra. Aparecida pelo seu trabalho sério.

O estado de Minas Gerais tem um programa sério chamado “Minas sem Lixões”que tem o objetivo de eliminar os LIXÕES de todo o estado. Atualmente os locais que recebem o lixo das cidades possuem as seguintes classificações; LIXÃO, ATERRO CONTROLADO, ATERRO SANITÁRIO E USINA DE TRIAGEM. Muriaé é uma das cidades de Minas Gerais que até agora pouco produziu para resolver estas questões, talvez por este motivo a cidade ainda possui um LIXÃO (o pior status possível para a destinação final do lixo). Diante deste fato, recentemente o município de Muriaé foi multado pelo órgão ambiental fiscalizador e OBRIGADO a firmar um compromisso com a FEAM e o MINISTÉRIO PÚBLICO chamado de TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTA, do qual, ficou acordado que dentro de um período pré estabelecido o DEMSUR iria promover ações para resolver este problema. Portanto, a benfeitoria conseguida pelo DEMSUR é fruto do que foi exigido pela FEAM e o Ministério Público. Um outro fato também importante citado pela matéria é a questão da coleta seletiva, onde o município promove a mesma em algumas localidades, porém vale ressaltar que a coleta seletiva do lixo só tem sentido de fato, se o município dispuser de uma Usina de Triagem, algo ainda distante da realidade de Muriaé, pois, nossa cidade precisa resolver primeiro o problema do LIXÃO e transformá-lo em pelo menos ATERRO SANITÁRIO, para aí sim, pensar em um programa de coleta seletiva que possa atender toda a população Muriaeense, afinal o modelo que aí está é fruto de um trabalho APOLITICO (Cooperativa de catadores de Lixo de Muriaé) sem vinculo EFETIVO com o DENSUR e que atende uma parcela mínima da população Muriaeense. Vale ressaltar ainda, que a estrutura utilizada para separar o lixo lá nas proximidades do Lixão, pertence à cooperativa e é arcaica, pequena e NÃO atende as necessidades atuais do nosso município, talvez por isso, o projeto de coleta seletiva na nossa cidade ainda caminha em passos de tartaruga … porém, deixo aqui o meu voto de confiança para que o DEMSUR a partir de agora acelere este processo, pois existe verba disponível para estes projetos no Ministério do Meio Ambiente e na própria Secretária Estadual do Meio Ambiente (Projeto Minas sem Lixões, coordenado pela FEAM) que a meu ver é tão necessário para a cidade, mas pouco valorizado até o momento pela prefeitura e o DEMSUR, sendo assim, o DENSUR não tem mérito neta história, apenas está cumprindo determinações acordadas anteriormente para que no futura não possa ser penalizado novamente pela própria FEAM.

SILVAN, NÃO VAI SENSURAR O MEU COMENTÁRIO NOVAMENTE … AFINAL, VOCÊ TEM PRESTADO UM BOM SERVIÇO A SOCIEDADE MURIAEENSE E COMO BOM REPORTER QUE É, ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA … TEM O DEVER DE INFORMAR A VERACIDADE DOS FATOS. ESTAMOS COM VOCÊ … PARABÉNS PELO SITE!!!

Parabéns ao Marcos Paulo pelo comentário revelador!

Pena que tudo na cidade seja assim: só há benfeitoras quando um orgão supramunicipal atua na questão!

É, como são as coisas aqui em Muriaé, quer dizer que o DEMSUR além de não fazer, quando é obrigado a fazer se gaba …
e o pior é que isso sai nos jornais e na mídia e o povo acredita e ainda elogia. è brincadeira!!!
Silvan faz uma reportagem sobre o que foi dito pelo Sto Joel na tribuna da câmara em relação as licitações das empresas que prestam serviços em Muriaé… No blog do Elias Muratóri tem algumas informações a respeito.

Olha Silvan é de extrema necessidade a coleta seletiva do lixo. Espero que as autoridades competentes se conscientizem e aceleram a coleta seletiva e a reciclagem em todo o município.

Silvan,

Se a verdade é a que disse o Marcos Paulo, como jornalista você não deveria refazer o post cm a versão mais próxima da realidade?

Abs

Me desculpem se não estou no local certo, mas estou pesquisando na Internet e achei voces, falando do assunto.

Escrevo do município mineiro de Resende Costa. Sou autor de um projeto de Coleta Seletiva Modelo que foi aprovado na cidade, no final do ano passado. Temos um convênio aprovado por Lei local entre nossa Prefeitura e a Associação que incluiu o projeto em sua atividade social. Estamos 100% conformes com a legislação.

O diferencial do meu projeto é que ele é um UP GRADE do que se conhece como “catação”; é um estágio mais adiantado.

O assunto é novo por aqui e os humores variam entre incredulidade, desconfiança, esperança, apoio e suporte mais entusiasta. Da necessidade, todos sabem; temos um lixão no município já esgotado.

O trabalho é feito apenas uma vez por semana. Hoje há quase 15 pessoas carentes colaborando voluntariamente e recebendo da Prefeitura uma cesta básica. Já gerou alguma renda, mas precisamos de verbas oficiais para alavancar a atividade, que prevê a criação de pelo menos 6 (seis) oficinas de trabalho artesanal, a saber: papel, plástico, madeira, metal, tecido e vidro.

Estou atirando prá todo lado, esperando que consiga alguém que nos ajude e oriente sobre como conseguir verbas oficiais, visto que estamos legalizados.

Caso queiram nos ajudar, por favor entrem em contato pelo e-mail > acmg47@yahoo.com.br

Muito lhes agradeço pela atenção.

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