Reforma da Previdência em MG: servidores do estado vão a BH em defesa da categoria

Servidores públicos representando vários segmentos de todo o estado, lotam a frente da Assembleia Legislativa em defesa das categorias. O ato acontece nesta manhã de quarta-feira (08) e o objetivo é demonstrar insatisfação com alguns pontos constantes na Reforma da Previdência que possam prejudicar o momento atual e o futuro do servidor. Eles pretendem também falar com os deputados.  De Muriaé, participam do ato servidores da Polícia Civil.

Deputados divergem sobre tramitação e conteúdo da reforma. “Opositores do PLC 46 criticam falta de debates e impacto sobre servidor; segundo defensores, ALMG vai aprimorar o texto. Ao longo de duas reuniões da Comissão de Administração Pública da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), que ocuparam parte da manhã e todo o período da tarde desta terça-feira (7/7/20), parlamentares se manifestaram nos microfones do Auditório José Alencar, ou remotamente, via internet, para se posicionar contrariamente ou a favor do Projeto de Lei Complementar (PLC) 46/20, do governador Romeu Zema, que integra a reforma da previdência dos servidores públicos estaduais, juntamente com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 55/20.

Imagem do Ato na porta da ALMG nesta manhã de quarta

O relator do PLC 46/20 e presidente da Comissão de Administração, deputado João Magalhães (MDB), opinou por sua aprovação na forma do substitutivo nº 1 da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O parecer teve votos contrários da deputada Beatriz Cerqueira (PT) e dos deputados Sargento Rodrigues (PTB) e Osvaldo Lopes (PSD). Votaram a favor, além do presidente e relator, os deputados Leonídio Bouças (MDB), Roberto Andrade (Avante) e Raul Belém (PSC), que é líder do Governo na ALMG.

O substitutivo nº 1 retira mudanças de cunho administrativo da proposta, mas deixa todos aqueles que tratam diretamente de questões previdenciárias, como o aumento de alíquotas para todos os servidores, a cobrança de contribuição dos aposentados que ganham menos que R$ 6,1 mil, e até a possibilidade de cobrança das chamadas “alíquotas extraordinárias” no futuro, pontos muito criticados pela oposição”.

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One Comment

  1. Os cofres dos estado de Minas já está estourado a muito tempo, não tem de onde tirar dinheiro e essa turminha fazendo manifestação querendo ganhar no grito como se fossem melhores que o resto da população, prestam um péssimo serviço público ,tem milhares ver regalias e ainda quer mais ?

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