Empresa especializada trabalha no aterro sanitário de Muriaé, sem atividade há sete meses

O Departamento Municipal de Saneamento Urbano de Muriaé (DEMSUR) contratou uma empresa especializada para fazer as obras de reestruturação do Aterro Sanitário Municipal, que teve impactos estruturais detectados no maciço de resíduos que levaram a paralisação de suas atividades, como forma de resguardar a segurança dos trabalhadores e da própria estrutura, bem como evitar riscos de danos ao meio ambiente. O fato ocorreu durante o período chuvoso no início do ano.

No início desta semana, seis poços foram perfurados no maciço do aterro e nos próximos dias, bombas elétricas serão instaladas em cada poço para retirada de chorume. “Tais estruturas também contam drenos para o biogás gerado durante o processo de decomposição dos resíduos orgânicos”.

Todo o lixo coletado em Muriaé vem sendo levado para outro município, no Aterro Sanitário União, em Recreio. “Análises preliminares e estudos geotécnicos elaborados por empresas especializadas confirmaram a necessidade da suspensão da operação e constaram problemas no sistema de drenagem interna do aterro, pontuando que se trata de uma falha de concepção do projeto inicial do Aterro Sanitário Municipal”.

Toda esta operação custa para o poder público municipal, R$ 2,2 milhões, incluindo a destinação do lixo em Recreio até agora e mais os custos de transporte e os serviços já prestados pelas empresas contratadas. Já os valores do atual contrato com a empresa Geotech, que inclui elaboração de projetos e execução de obras de recuperação e operação do aterro por seis meses após as intervenções (somados a custos com insumos até o final deste período de operação) ficará em cerca de R$ 1 milhão.

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