Eleições 2020: De operador de máquina a prefeito da simpática e turística Pedra Dourada

Dando continuidade a nossa sequência de entrevistas com os novos nomes da política regional, fomos até ao simpático e turístico município de Pedra Dourada (56 Km de Muriaé), conhecer o Fá, 31 anos de idade, um operador de máquina da Prefeitura que virou prefeito.

O Fagner (Fá) do PSB foi eleito com 54,74% dos votos. Vice: Milton Fava

Fagner Ferreira Veiga (Fá), funcionário efetivo da Prefeitura Municipal de Pedra Dourada, na função de operador de máquina (retroescavadeira e outras), ficou conhecido na campanha como Fá 40 (PSB). Ele foi eleito juntamente com seu vice-prefeito, Milton Fava com 1.287 votos (representando 54,74%), e o segundo colocado, Silvanir Simplício (MDB) obteve 1.064 votos (45,26%).

O prefeito eleito informou que há dois anos, um grupo de 10 pessoas resolveu apoiar um deputado no município, e o resultado foi muito bom, e que a partir daí o grupo teve a ideia de se fortalecer e se preparar para a disputa das Eleições Municipais 2020. Todos estavam confiantes e deu certo, Fá foi eleito, se tornando um novo nome da política local e regional.

O prefeito eleito sempre faz a pé o trajeto casa/cidade

“Tudo que foi gasto para manutenção de minha campanha foi através de “vaquinha” dos amigos. Acompanhei o resultado da apuração e assim que falaram que fui eleito, eu fiquei calmo, pois via que estava rodeado pelo povo, tinha o apoio do povo”, disse o prefeito eleito.

Fagner, que ainda voltará a trabalhar por mais uns dias na sua função de operador de máquina, disse que tem ciência da importância do cargo e já prepara a transição, bem como a escolha dos nove secretários municipais. Relata também que quer trabalhar dando prioridade para a Agricultura, Turismo, Educação e Saúde.

A Posse acontece no dia 01 de janeiro na escola da cidade e a Diplomação será feita no dia 14 de janeiro, em Eugenópolis.

O prefeito eleito mora afastado da cidade
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7 Comments

  1. As cidades devem ser administradas conforme determina a Lei nº 10.257/2001, denominada ESTATUTO DA CIDADE, que regulamentou o art. 182 da Constituição Federal. Ou seja, com base num PLANO DIRETOR que priorize as classes marginalizadas e seja elaborado, executado e fiscalizado com ampla PARTICIPAÇÃO DA POPULAÇÃO e de associações representativas dos vários segmentos da comunidade (Associação de Moradores de Bairro, Conselhos Municipais, Partidos Políticos, Sindicatos, OAB, CREA, CAU, CDL, etc.).
    Para saber sobre O QUE É O PLANO DIRETOR, clique em:
    https://drive.google.com/file/d/1McgK3LHu5an85E2lWzZtS3QwZ9FCdUAv/view?usp=sharing

  2. “TODO MUNICÍPIO, INDEPENDENTE DO SEU TAMANHO, DEVE PLANEJAR SEU DESENVOLVIMENTO, ELABORANDO UM PLANO DIRETOR.

    O QUE É O PLANO DIRETOR?
    O PLANO DIRETOR é uma exigência da Constituição Federal, reafirmada pelo Estatuto da Cidade (Lei nº 10.257/2001). É uma LEI MUNICIPAL aprovada pela Câmara de Vereadores e o principal instrumento da política urbana, que deve orientar as políticas e programas para o desenvolvimento e o funcionamento da Cidade.
    O PLANO DIRETOR deve garantir habitação de qualidade, saneamento ambiental, transporte e mobilidade, trânsito seguro, hospitais e postos de saúde, escolas e equipamentos de lazer, para que TODOS possam morar, trabalhar e viver com dignidade.
    “O PLANO DIRETOR é parte do processo de planejamento municipal, e deve ser o norteador dos Planos Plurianuais (PPA) de investimentos dos governos locais, da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e da Lei Orçamentária.
    Além disso, o PLANO DIRETOR deve abranger todo o território municipal.
    O PLANO DIRETOR não é um instrumento apenas técnico: a PARTICIPAÇÃO DA POPULAÇÃO é fundamental para que os seus objetivos sejam atingidos. A elaboração do PLANO DIRETOR deve ser um processo informativo, participativo e formador de cidadãos!

    AS ETAPAS DO PLANO DIRETOR PARTICIPATIVO
    1. Sensibilizar e mobilizar a sociedade para a participação;
    2. Formar uma Comissão Coordenadora do processo de elaboração do PLANO DIRETOR, com participação do poder público e da sociedade civil;
    3. Definir estratégias e formas de capacitação e participação da sociedade (seminários, oficinas, grupos de trabalho, reuniões, audiências públicas, conferências);
    4. Identificar os problemas e potencialidades a partir das leituras técnica e comunitária da cidade;
    5. Definir os princípios e as diretrizes do desenvolvimento municipal;
    6. Elaborar a proposta de projeto de lei;
    7. Discutir e aprovar a lei do PLANO DIRETOR na Câmara Municipal;
    8. Ajustar o orçamento municipal às prioridades definidas pelo Plano Diretor;
    9. Acompanhar a execução das políticas e programas do Plano Diretor e avaliar seus resultados;
    10. Revisar o Plano Diretor no prazo máximo previsto (dez anos).

    O PAPEL DE CADA UM NESTA HISTÓRIA…
    O Plano Diretor deve ser discutido com toda a sociedade antes de sua transformação em lei.
    A participação de todos os cidadãos é fundamental em todas as etapas de elaboração, implementação, monitoramento e fiscalização do Plano Diretor.
    Prefeitura, Câmara de Vereadores, Poder Judiciário, Ministério Público e cidadãos, cada um tem o seu papel para a melhoria da realidade municipal.”
    FONTE: Ministério das Cidades. CARTILHA “A CIDADE QUE QUEREMOS”. Disponível em:
    http://www.cidades.gov.br/images/stories/ArquivosSNPU/Eventos/OficinaRagularizacaoFundiaria/PlanoDiretor/Cartilha%20a%20Cidade%20que%20queremos.pdf

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