DEMSUR busca solução para o Aterro Sanitário. Atualmente lixo vai para fora do município

A situação do Aterro Sanitário de Muriaé já está sendo tratada com prioridade pela nova administração do Demsur, que cita que falta de manutenção adequada e má gestão do descarte dos resíduos, responsáveis pela suspensão temporária de suas operações.

“Assim, todo o lixo precisa ser levado para zona rural de Leopoldina (BR 116, Km 744). Além dos custos para o translado e a demora que esta operação gera para todo o processo, há um gasto de R$ 319 mil todo mês. Por isso, esta semana foram realizadas duas reuniões importantes para que haja uma solução rápida para esta situação. Uma delas com o Diretor União Recicláveis, Tiago Agostinho, com vistas a buscar maneiras para reduzir o custo operacional de descarte. A outra, com o Diretor Técnico da GEOTECH, Marcelo Bevenuto, para a execução do Projeto de Recuperação Ambiental do Aterro Sanitário”, informa o Demsur, que tem como diretora geral, Maria da Consolação.

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8 Comments

  1. Ir atrás de quem planejou, executou e recebeu pelas obras, e principalmente de prefeito, secretários e vereadores que deveriam ficar em cima, cobrar e denunciar se for o caso, desde o início desse projeto. Se fosse coisa bem feita, não estaria dando pau tão cedo se a previsão de funcionamento era até 2025, se vi bem na época, já deve estar inativo a uns 2 anos ou mais, então tem muita coisa errada aí, pra dizer pouco…

    1. Meu prezado! Pare de destilar ódio. Olhe para a frente. Estou fora de Muriaé a exatamente 47 anos, nossa cidade não chegará em lugar nenhum enquanto ficarem com essa linha de pensamento.
      Muita Luz e Paz aos meus conterrâneos.

  2. Uma vergonha ver lixo ser coletado como na era das cavernas,caminhões sucateados,caminhões de carroceria sendo q isto por lei e proibido,vou começar a filmar

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